segunda-feira, 12 de abril de 2010

O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

"Cada noite ele fazia acréscimos à tapeçaria de suas fantasias até que a sonolência baixava sobre alguma cena vívida e a cobria de esquecimento. Durante algum tempo esses devaneios proporcionaram um escape à sua imaginação; eram uma insinuação satisfatória do caráter irreal da realidade, uma promessa de que o rochedo do mundo estava apoiado com firmeza nas asas de uma fada." (117)

"É invariavelmente entristecedor olhar com novos olhos coisas sobre as quais consumimos nossos próprios poderes de ajustamento." (123)


Fitzgerald, F. Scott. O grande Gatsby. Tradução Roberto Muggiati. Rio de Janeiro: BestBolso, 2007.

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